sexta-feira, 29 de agosto de 2014

Banda Fator 4 destila sua fusão de ritmos e influências regionais no ‘Maior Barato’ desta quarta (03)



O projeto ‘Teatro Deodoro é o Maior Barato’ apresenta nesta quarta-feira (03), às 19 horas, o show ‘Acústico Fator 4 ComVida’, prometendo reunir o melhor dos 9 anos de carreira da banda Fator 4. Os ingressos já estão à venda na bilheteria do Teatro Deodoro por apenas R$ 10,00 (inteira) e R$ 5,00 (meia).

Integrante do cenário ‘rock’ de Alagoas, a Fator 4 é conhecida por canções que apresentam uma fusão de ritmos e influências regionais brasileiras, como samba, maracatu, ciranda, guerreiro, caboclinho, baião e forró, em meio à pegada rock'n’roll, com um passeio pela filosofia, em citações poéticas.
Formada por Marcos Romão, Hugo Salatiel, Fred Melo e Júnior Batera, a banda lançou o primeiro álbum, ‘Amor e Ódio’, em 2009, excursionando com suas canções experimentais em diversas cidades como Fortaleza, Belo Horizonte e Aracaju.
‘Cada Vez Melhor’, álbum de 2010, contou com várias participações especiais, como as de Léo Maia, filho do cantor Tim Maia, Carlos Bala, baterista do astro Djavan, Castor Daudt, da banda gaúcha DeFalla, Chau do Pife, patrimônio da cultura de Alagoas, e até do saudoso Dominguinhos, que gravou seu acordeom na faixa “Seu Zé”.
Em formato acústico, o novo show desta quarta-feira deve levar ao palco do Teatro Deodoro uma série de novos elementos na sonoridade da banda, como rabeca, pífano, sax, gaita, flugel, acordeom, viola e violino, mesclando canções dos dois álbuns e releituras especiais, em clima de festa e comemoração ao lado de vários convidados especiais como Chau do Pife, Júnior Almeida, Basílio Sé, Castor Daudt, Fred Hollanda, Phillipe Seixas, Uruba Gomes, Lee Paes, Kal Viola, Pezão e Gama Jr.
SERVIÇO
Teatro Deodoro é o Maior Barato – 15ª edição
Teatro Deodoro
‘Acústico Fator 4 ComVida’
Fator 4
Data: 03 de setembro (quarta-feira)
Horário: 19h
Ingressos: R$ 10,00 (inteira) e R$ 5,00 (meia)
Ponto de venda: Bilheteria do Teatro Deodoro (a partir das 14 horas)
Informações: 3315-5665 / 3315-5656 / 9903-2769

Projeto Sexta Cultural acontece hoje (29) no Lar São Domingos

As crianças do Lar São Domingos vão participar da apresentação de folguedos populares, como coco de roda, capoeira e boi garantido, além de oficinas de pintura e cantigas de roda, entre outras atividades lúdicas. A atividade faz parte da conclusão dos trabalhos desenvolvidos pelos educadores sociais da Casa de Noemi, sobre o folclore brasileiro, durante todo o mês de agosto. Projeto Sexta Cultural. Lar São Domingos (Ginásio Poliesportivo). Hoje (29), das 9h30 às 16h. Informações: (82)2121-1300.

Livro "Denis Agra: um jornalista em defesa da liberdade" será lançado nesta sexta (29)

A militância dos estudantes e a repressão imposta pelo regime militar em Alagoas são fatos históricos relatados e rememorados pelo historiador Geraldo de Majella Marques, no livro Denis Agra: um jornalista em defesa da liberdade (Bagaço). Quinta produção do autor, o livro traz o perfil biográfico de Denis Agra, falecido em Maceió, em 1992, aos 42 anos. 

Lançamento da obra Denis Agra: um jornalista em defesa da liberdade. Pizzaria Armazém Guimarães, na Jatiúca. Hoje (29), às 19h30. Aberto ao público.

Funarte promove quarta edição do Encontro Funarte de Políticas para as Artes

A Fundação das Artes (Funarte) promove, a partir de 9 de setembro, o IV Encontro Funarte de Políticas para as Artes. A quarta edição terá itinerância maior que a de 2013: ocorrerá em Belém (PA); Recife (PE); Goiânia (GO); Curitiba (PR) e Rio de Janeiro (RJ). O encontro terá parcerias com representações regionais do Ministério da Cultura e da Funarte, e com secretarias estaduais e municipais de cultura.
O objetivo é realizar um ciclo de reuniões com a participação da sociedade. Realizado desde 2011, visa promover a reflexão e contribuir para a formulação e o aperfeiçoamento das políticas para as artes, em abrangência nacional, por meio do diálogo entre diferentes agentes sociais: pesquisadores, gestores, artistas, produtores e articuladores em geral, relacionados às diversas linguagens artísticas.
Mais informações sobre cada etapa estarão disponíveis em breve no blog do Encontro, www.funarte.gov.br/encontro. As inscrições são gratuitas e as vagas limitadas. Aqueles que tiverem pelo menos 75% de frequência no evento receberão certificado de participação.

Fundação Palmares reconhece algumas comunidades quilombolas do Maranhão e de Alagoas

A Fundação Cultural Palmares (FCP) reconheceu 24 comunidades da região Nordeste como áreas remanescentes de quilombos. Uma no Maranhão, em Turiaçu, e uma em Alagoas, no município de Alagoinhas, além de 22 na Bahia, nas cidades de Água Fria, Caém, Central e Mulungu do Morro. A relação com todas as comunidades beneficiadas foi publicada no Diário Oficial da União (DOU) dessa quarta-feira (20).
Ao serem reconhecidas como remanescentes de quilombo, as comunidades passam a ter direito a programas como o Minha Casa Minha Vida Rural, o Luz para Todos, o Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf) e o Programa de Bolsa Permanência. Além disso, também podem solicitar ao Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) a titularidade das terras em que estão localizadas.
“O documento de reconhecimento tem uma importância muito grande, pois dá visibilidade às comunidades e oficializa o compromisso do Estado em oferecer políticas voltadas a educação, moradia, saúde e acessibilidade, entre outras”, afirma o diretor do Departamento de Proteção ao Patrimônio Afro-Brasileiro da Fundação Cultural Palmares, Alexandro Reis.
As 24 comunidades beneficiadas reúnem cerca de 600 famílias, sendo 500 na Bahia, a maior parte formada por agricultores familiares. Em todo o Brasil, há hoje mais de 2,5 mil comunidades quilombolas, onde moram 130 mil famílias. Outros 50 pedidos de reconhecimento estão sendo avaliados pela Fundação Cultural Palmares.
Para receber a certificação, a comunidade precisa inicialmente se autodeclarar como remanescente de quilombo. Depois, deve encaminhar à FCP documentos que comprovem o histórico do local como terra quilombola. Na sequência, um funcionário da Fundação visita o quilombo para conferir a veracidade das informações recebidas. A última etapa é a emissão do certificado de reconhecimento e a publicação no DOU.