quinta-feira, 30 de outubro de 2014

Zuenir Ventura é eleito para a Academia Brasileira de Letras

O escritor e jornalista Zuenir Ventura foi eleito hoje (30), em primeiro escrutínio, para ocupar a cadeira 32 da Academia Brasileira de Letras (ABL), substituindo o dramaturgo, poeta e romancista Ariano Suassuna, morto no dia 23 de julho deste ano.

Zuenir recebeu 35 dos votos, sendo18 de acadêmicos presentes no Petit Trianon, como é conhecido o prédio histórico da entidade e 19 por meio de cartas. Os poetas Thiago de Mello e Olga Savary, que concorriam com Zuenir, tiveram um voto cada. Ontem (29) o novo imortal disse que estava tenso com a perspectiva da eleição.

Zuenir Ventura tem 83 anos e é casado com Mary Ventura há 51. O casal tem dois filhos, Elisa e Mauro. O novo imortal é bacharel e licenciado em letras neolatinas, jornalista, ex-professor da Universidade Federal do Rio de Janeiro e da Escola Superior de Desenho Industrial, da Universidade do Estado do Rio de Janeiro.

Atualmente colunista do jornal O Globo, começou no jornalismo, em 1956, como arquivista. Nos anos de 1960 e 1961, frequentou o Centro de Formação dos Jornalistas de Paris após conquistar uma bolsa de estudos. Entre 1963 e 1969, foi editor internacional do jornal Correio da Manhã, diretor de Redação da revista Fatos & Fotos, chefe de Reportagem da revista O Cruzeiro, editor-chefe da sucursal-Rio da revista Visão-Rio.
No fim de 1969, realizou para a Editora Abril uma série de 12 reportagens sobre Os anos 60 – a década que mudou tudo, também publicada em livro. Em 1971, voltou para a revista Visão, onde, até 1977, foi chefe de Redação da sucursal no Rio. Após esse período, transferiu-se para a revista Veja, na qual ocupou o mesmo cargo. Em 1981, como diretor de sucursal, foi para a revista IstoÉ. Quatro anos depois, foi convidado a reformular a revista Domingo, do Jornal do Brasil, onde ocupou várias funções de chefia.

Em 1988,  lançou o livro 1968 - O Ano que Não Terminou. A obra já alcançou 48 edições e vendeu mais de 400 mil exemplares. O livro serviu também de inspiração para a minissérie Anos Rebeldes, produzida pela TV Globo. O capítulo Um Herói Solitário inspirou o filme O Homem que Disse Não, realizado pelo cineasta Olivier Horn para a televisão francesa.

Um ano depois, Zuenir publicou no Jornal do Brasil, a série de reportagens O Acre de Chico Mendes. Com ela,  conquistou o Prêmio Esso de Jornalismo e o Prêmio Vladimir Herzog. Em 1994, lançou Cidade Partida, que abordava a violência no Rio de Janeiro, com o qual ganhou o Prêmio Jabuti de Reportagem. Em fins de 1998, publicou O Rio de J. 
Carlos Inveja – Mal Secreto, que foi lançado depois em Portugal e na Itália e já vendeu cerca de 150 mil exemplares. Em 2003, lançou Chico Mendes – Crime e Castigo. Seus livros seguintes foram Crônicas de um Fim de Século 70/80 Cultura em Trânsito – da Repressão à Abertura, com Heloísa Buarque e Elio Gaspari.

No cinema, codirigiu o documentário Um Dia Qualquer e foi roteirista de outro, Paulinho da Viola: Meu Tempo é Hoje, de Izabel Jaguaribe. Suas obras mais recentes são Minhas Histórias dos Outros1968 – O Que Fizemos de Nós e Conversa sobre o Tempo, com Luis Fernando Verissimo. Seu livro mais recente é o romance Sagrada Família.

O novo imortal recebeu da Organização das Nações Unidas (ONU), em 2008, um troféu especial por ter sido um dos cinco jornalistas que mais contribuíram para a defesa dos direitos humanos no país nos últimos 30 anos. Em 2010, a Associação dos Correspondentes Estrangeiros, o elegeu O Jornalista do Ano. Ainda fora do país, foi considerado como “um dos maiores jornalistas do Brasil”, pelo New York Review of Books, pela série de reportagens sobre Chico Mendes e a Amazônia feita por ele. Zuenir foi classificado ainda pela revista inglesa The Economist  como “um dos jornalistas que melhor observam o Brasil”.

A cadeira 32 já foi ocupada também por Carlos de Laet, que escolheu como patrono o poeta, professor, jornalista, diplomata e teatrólogo Araújo Porto-Alegre, Ramiz Galvão, Viriato Correia, Joracy Camargo e Genolino Amado.

Ordem do Mérito Cultural premia 26 personalidades e 4 entidades

Em sua 20ª edição, a Ordem do Mérito Cultural premiará, no próximo dia 5 de novembro, 26 pessoas e quatro entidades que, com seu trabalho, contribuíram para valorizar a cultura no país. A premiação anual é realizada no Dia Nacional da Cultura e a lista com o nome dos agraciados foi publicada na edição desta quarta–feira (29/10) do Diário Oficial da União (DOU). Entre eles estão a cantora Marisa Monte, o chef de cozinha Alex Atala, a atriz Patrícia Pillar, o rapper Mano Brown, o autor Chico de Assis, entre outros.
Na edição deste ano, a arquiteta Lina Bo Bardi e a artista plástica Djanira da Motta e Silva serão homenageadas pela forte contribuição para a projeção e a identidade cultural brasileira.
A premiação da Ordem do Mérito Cultural é composta por três classes: Grã-Cruz, Comendador e Cavaleiro.
O maestro Júlio Medaglia, roteirista, o diretor Orlando Senna e os familiares do falecido pintor Jenner Augusto receberão o título de Grã-Cruz.
Na classe Comendador foram agraciados Bernardo Paz (idealizador do Centro de Arte Contemporânea Inhotim); Henricredo Coelho (mais conhecido como Palhaço Gafanhoto); Luiz Angelo da Silva (Ogan Luiz Bangbala); a cantora Marisa Monte; a atriz Patrícia Pillar e o falecido chef Paulo de Aráujo Leal Martins.
Na classe Cavaleiro, os premiados foram o chef Alex Atala; o ator e diretor Celso Frateschi; a escritora Eliane Potiguara; o autor e ator Chico de Assis; o antropólogo Hermano Vianna; o sertanista José Meirelles; a falecida cantora Vange Leonel; o ator Matheus Nachtergaele; o estilista Oskar Metsavaht; o rapper Mano Brown; o mestre da cultura popular Tião Oleiro e a dupla sertaneja Bruno e Marrone.
A escritora Adélia Prado e o jornalista Washington Novaes foram promovidos para a Classe Grã-Cruz. O cantor Pinduca e a coreografa Angel Vianna também receberam promoção para a Classe Comendador.
As quatro entidades foram agraciadas, sem grau de classe. São elas: Escola de Gente (ONG de inclusão social); o grupo de dança Ciranda de Tarituba; Fundação Sara Kali (com atividades de inclusão do povo cigano) e o Grupo Cena 11 Cia. de Dança.

Histórico

Criado em 1991 pela Lei n° 8.313 e regulamentado pelo Decreto n° 1.711 de 1995, o prêmio anual já foi entregue a mais de 500 personalidades e a 60 instituições.
Órgãos e entidades públicas e privadas, nacionais e estrangeiras, são admitidos sem grau de classes. A escolha dos nomes dos agraciados segue um rito que permite a participação da sociedade. Os nomes aprovados pelo Conselho da Ordem do Mérito Cultural seguem para a Presidência da República e são publicados no Diário Oficial da União (DOU).
As propostas de admissão e promoção na Ordem são de responsabilidade do Conselho da Ordem do Mérito Cultural, composto pela Ministra da Cultura, que o preside na qualidade de Chanceler, e pelos Ministros de Estado das Relações Exteriores, da Educação e do Desporto e da Ciência e Tecnologia.
Música, moda, artes plásticas, audiovisual, literatura, gastronomia, culturas populares, tradicionais, afro e indígena são alguns dos segmentos presentes na premiação.

Fotógrafos alagoanos expõem obras em shopping de Maceió

Com o tema “Ser Feliz, essa é a fórmula”, a capital alagoana recebe, desde o último dia 24, uma mostra de fotografias voltadas para a boa qualidade de vida na terceira idade. Com 14 obras de seis profissionais diferentes, os trabalhos estão expostos no primeiro andar do Maceió Shopping até o dia 1º de novembro.

A exposição conta com obras dos fotógrafos Américo Cavalcante, Carla Cleto, Hugo Taques, Paulo Bezerra, Rhuanny e Tuka, que tiveram o desafio de retratar idosos realizando atividades que normalmente não são comuns no seu cotidiano.

O objetivo da mostra é trazer à tona a importância de manter a mente e o corpo sadios desde cedo para quando adentrar a velhice conseguir manter a rotina da boa qualidade de vida proveniente da juventude.

A exposição é uma iniciativa da farmácia de manipulação A Fórmula e conta com apoio da Secretaria de Estado da Cultura, Sococo, Fagron e Maceió Shopping.

Termo de Referência da Economia Criativa em Alagoas será lançado no próximo dia 07


No próximo dia 07 de novembro será lançado do Termo de Referência da Economia Criativa em Alagoas, organizado pelo Sebrae Alagoas e a Fundação Municipal de Ação Cultural. O evento acontecerá no auditório do SEBRAE, localizado em sua sede, no Centro de Maceió, a partir das 08h
Empreendimentos ligados ao Cinema, Publicidade, Moda, Artesanato, Ilustração, Games, Aplicativos, Sistemas e sites, Startup Digital, Artesanato, Arte Popular, Gastronomia, Dança, Folguedos, Manifestações populares e religiosas, Confecções, Grupos musicais / bandas, Turismo receptivo de experiência, hospitalidade, Turismo Esportivo, Náutica, Ciclismo e outras atividades esportivas.

Programação:
08h00 – Recepção com coquetel
08h30 – Boas vindas da Diretoria
08h45 - Lançamento do Termo de Referência
09h30 – Palestra da Mana Bernardes
11h00 - Encerramento

Sobre Mana Bernardes nasceu em 1981, no Rio de Janeiro, Brasil.

Formação acadêmica

2011      Formação em Negócios Sociais, Artemísia, São Paulo, Brasil.
2010      Residência artística, Leher Architects, Los Angeles, Estados Unidos.
2009      Faculdade de Desenho Industrial, Pontifícia Universidade Católica (PUC), Rio de Janeiro, Brasil (2003-2009).
2001      Formação em Arte Terapeuta, Instituto de Artes Terapeutas do Brasil, Rio de Janeiro, Brasil (1999-2001).
1998      Formação em Gestão de Artesãos, Organização Campo – Centro de Assessoria do Movimento Popular, Rio de Janeiro, Brasil (1998).
Prêmios
2012      26º prêmio Museu da Casa Brasileira – Menção Honrosa na categoria “trabalhos escritos publicados” com o livro Mana e Manuscristos (Editora Aeroplano)
2011      Prêmio Top XXI Design – Embalagem Capsula de PET . São Paulo, Brasil. Vencedora.
2007      Prêmio Top XXI Design – Coleção Saquinho de Limão. São Paulo, Brasil. Finalista.

Publicações

2011      Mana e Manuscritos, editora Aeroplano.
Design + Artesanato – O caminho Brasileiro, publicação Terceiro Nome.
Homo Faber: o Animal que tem Mãos, publicação Museu Vale.
2010      Catálogo Bienal Brasileira de Design 2010 – Curitiba.
2009      Design Brasileiro Hoje: Fronteiras, publicação Museu de Arte Moderna de São Paulo.
2008      Pura Ideia, publicação Dell Anno.
2007      Fork, publicação Phaidon.
2004      Momentum design contemporâneo do Rio de Janeiro, publicação Viana & Mosley.
Joias

2012      Coleção Pet Azul – Joias da linha Pet feitas a partir de garrafas azul cobalto, série colocada na linha Top com detalhes em prata assinada.
Coleção Pet com Ouro- Brinco Sereia, bracelete Escama menor, colar Mandala maior
2009      Coleção Cotidianas Ouro – jóias cotidianas com detalhes em ouro.
2008      Coleção Permeáveis – jóias feitas com cordas de polietileno utilizadas normalmente como fios de varal de roupa.
Colar Há Feto – joia em ouro ou prata com símbolo da gestação.
2007      Coleção Pet – joias com garrafas plásticas de refrigerante, PET .
Coleção Cajazeiras – joias feitas com madeira renovável.
2004      Magnomento – fecho magnético feito em plástico transparente com produção em escala industrial.
Coleção BIC – joias feitas com canetas para a grife À Colecionadora/Luiza Marcier.
2003      Coleção Joias Cotidianas – jóias feitas com materiais cotidianos.
Coleção Índio Urbano – jóias feitas com enfileiramento de lantejoulas de diferentes formatos.

Exposições coletivas

2012      Aí vai muito da pessoa – Neste papel eram flores – série de manuscritos em papel de arroz . Galeria Luciana Caravello Arte Contemporânea, Rio de Janeiro, Brasil.
SHAPE YOUR LIFE! Alcantara – MAXXI project -  Em Rede Na Rede/On Net in hammock”. Personalização de uma mesa de trabalho. Desenvolvimento de uma rede feita de Alcantara. Roma, Itália.
Brasil.it - the new generation of brazilian designers/ A nova geração de designers brasileiros (Semana de Design de Milão) - Môbiluz – objeto de luz desenvolvido em parceria com Airton Pimenta e Zeca Cury, feito em madeira com preenchimento de sobras de lantejoulas e iluminação LED – Joias da coleção cotidiana e embalagens de capsula de pet. Milão, Itália.
2011      Instalação Áudio-Visual Poemas Manuscritos – concepção espacial de Renata Seripieri usando banco de madeira de Hugo Franca, trilha sonora, projeção e mapping de Pedro Bernardes, Bruno Queiroz e Augusto Amaral – Mostra Black, São Paulo, Brasil.
Môbiluz – objeto de luz desenvolvido em parceria com Airton Pimenta e Zeca Cury, feito em madeira com preenchimento de sobras de lantejoulas e iluminação LED – Stand Galeria Luisa Strina, Design São Paulo, São Paulo, Brasil.
Joias Cotidianas – Design São Paulo, São Paulo, Brasil.
Joias Cotidianas – exposição Joia Contemporânea Brasileira, museu ACASA , São Paulo, Brasil.
Joias Cotidianas – exposição (+55) Brazil, Galeria The Civic, Barnsley Town, Inglaterra.
Joias Cotidianas – exposição Rio Design, Fashion Rio (edição verão), Rio de Janeiro, Brasil.
2010      Joias Cotidianas – Bienal Brasileira de Design, Curitiba, Brasil.
Joias Cotidianas – ll Bienal Ibero Americana de Design, Madri, Espanha.
2009      Joias Cotidianas – exposição Destination: Brazil, MoMA, Nova Iorque, Estados Unidos.
Joias Cotidianas – exposição Design Brasileiro Hoje: Fronteiras, Museu de Arte Moderna, São Paulo, Brasil.
2008      Leque da Aclamação – leque feito com jornal, acetatos coloridos com manuscritos bordados em linha de ouro – exposição Joias Reais, Museu Histórico Nacional, Rio de Janeiro, Brasil e Palácio Nacional da Ajuda, Lisboa, Portugal.
Joias cotidianas – exposição Joyas a La Carte, Hotel 1898, Barcelona, Espanha.
Corpo Casa – versão miniatura da escultura No papel não caberia, O que no corpo já não cabia, Na poesia caberia feita com 50 lâminas de papel vegetal reproduzindo o corpo da artista sendo reduzido gradativamente, revestido por caixa de acrílico e iluminação – Miami Art Basel, Miami, Estados Unidos.
Joias Cotidianas – exposição Design + Sustentabilidade, Lounge Vip Sebrae, Fashion Rio (edição verão), Rio de Janeiro, Brasil.
2007      No papel não caberia, O que no corpo já não cabia, Na poesia caberia – escultura feita com 100 lâminas papel vegetal iluminadas, na qual o corpo é representado como uma moradia transitória, decrescendo de seu tamanho original até a sua menor dimensão – exposição Moradias Transitórias, Museu Nacional de Brasília, Brasília, Brasil.
Fome de Floresta – criação com Pedro Bernardes de vaca pousando sobre bife com manchas representando a devastação das florestas – Cow Parade, Rio de Janeiro, Brasil.
Raízes de Melissa – Instalação com 300 sandálias Melissa recortadas e transformadas em raízes, que fixadas no teto estimulavam a reflexão sobre a questão da gravidade – Galeria Melissa, São Paulo, Brasil.
2006      Instalação Tira de Manuscritos – tira de papel de 5cm x 30m com 45 poemas manuscritos e narrados ao som de trilha original de Pedro Bernardes – Museu do Paço Imperial, Rio de Janeiro, Brasil.
O Trabalho é Seu – chapa de alumínio interativa, revestida de formas de alumínio com espelhos e imãs – Museu do Paço Imperial, Rio de Janeiro, Brasil.
Teias Humanas e Estampa de Cada Rosto – Curadoria – Galeria Lurix, Rio de Janeiro, Brasil.
2005      Conectar-se Pelo Cordão – vídeo-arte e instalação com fotografias de corpo inteiro de pessoas mostrando o umbigo e um grande cordão Umbilical conectando-os – exposição J’em revê, Fundação Cartier, Paris, França.
Um Fio Para O Espaço – móbile de 8m feito com lantejoula translúcida que gera sombras e movimento, exposição J’en revê, Fundação Cartier, Paris, França.
Conectar-se Pelo Cordão – mostra Itinerante 25º aniversário revista “ID”, Londres, Nova York, Tókio, Hong Kong e Beijing.
Joias cotidianas – exposição O Outro Sentido do Moderno: Aluízio Magalhães e o Design Brasileiro, Centro Cultural dos Correios, Rio de Janeiro, Brasil.
2004      Joias Cotidianas – exposição Design + Social, Museu de Arte Brasileira, Maceió, Alagoas.
Joias Cotidianas – exposição Metais e Luzes, Bienal de Design, Sant Etienne, França.
Joias Cotidinas e Véu de Poesia, com Rute Casoy – Loja Daqui Do Brasil, Rio de Janeiro, Brasil.

Exposições individuais

2012      Desembrulho Poético- Manuscritos, bordados a mão sobre papel Kozo, em suportes de acrílico. Joias Flutuantes – Móbiles feitos com sobra industrial de lantejoulas e vidros com líquido. Môbiluz – objeto de luz desenvolvido em parceria com Airton Pimenta e Zeca Cury, feito em madeira com preenchimento de sobras de lantejoulas e iluminação LED. Galeria Luciana Caravello Arte Contemporânea, Rio de Janeiro, Brasil.
2010      Residência Artística – Anakonda (cobra gigante feita com 1.550 superfícies de latas de alumínio), Big Circulo (feito com 750 tampinhas de garrafa de água e retalhos de alumínio das latas.), African Map (feito com 500 garrafas tipo PET e fundos de lata de plásticos coloridos), Corpo Casa e Manuscritos (poemas manuscritos em superfície de madeira) – Mia Lehrer+Associates, Los Angeles, Estados Unidos.
2009      Manuscritos – poemas manuscritos em papel Kozo, com moldura de madeira contendo mp3 player, para compor trabalho poético-visual-sonoro – Galeria Habitart, Porto Alegue, Brasil.
Performances

2012      Desembrulho Poético – com direção de Vera Holtz, e trilha sonora de Pedro Bernardes – Galeria Luciana Caravello Arte Contemporânea, Rio de Janeiro, Brasil.
Parto das Palavras com Rute Casoy – Loja Mutações, Rio de Janeiro, Brasil.
Desembrulho Poético – performance poética com direção de Vera Holtz, e trilha sonora de Pedro Bernardes – Galeria Firma Casa, São Paulo, Brasil.
2011      Desembrulho Poético – performance poética com direção de Vera Holtz, cenografia de Cláudio Amaral Peixoto, figurino de Raquel Davidowicz e trilha sonora de Pedro Bernardes – Shopping Leblon, Rio de Janeiro, Brasil.
Parto de Palavras, com Rute Casoy – Loja Mutações, Rio de Janeiro, Brasil.
2009      Performance Poética, com Mariana Ximenes – Hotel Boutique Zank, Salvador, Brasil.

Projetos

2013      Cartela de manuscritos para tatuagens corporais removíveis da marca Courage
2013      Instalação túnel de papel, para o lançamento da sandália Do mundo no Fashion Rio.
2012      Desenvolvimento de Ecobag para a Tok Stok- Brasil.
Criação de novo modelo de sandália para Ipanema- Grendene.
Desenvolvimento de estação de trabalho com rede e laptop, para o projeto Alcantara, na Fundação Maxxi- Museu Nacional de Arte do Século XXl-Roma Itália.
Edição dos Manuscritos originais do Livro Mana e Manuscritos para projeção junto a música E.C.T da turnê Verdade uma Ilusão de Marisa Monte.
Curadoria do Ciclo de palestras “O poder de transformação é a Joia de ser Humano”, evento dentro da Rio + 20, no Sesc Casa da Gávea-RJ.
2011      Natal do Banco Fator-Criação dos Móbiles Joias Flutuantes e Instalação- São Paulo.
Mapa de Potencialidades e Articulações para Ipanema e Joia Inspiracional – sistema de pesquisa e diagnóstico para implantação de plataformas conceituais/inspiracionais para Ipanema-Grendene, Farroupilha, Brasil.
2010      Algo Indecifrável/O Trabalho é Seu – versão da obra O Trabalho é Seu com acetatos coloridos e fundos de alumínio para Clube de Colecionadores do Museu de Arte Moderna de São Paulo, São Paulo, Brasil.
Mapa de Potencialidades e Articulações de Base Sustentável – sistema de pesquisa e diagnóstico para implantação de plataformas conceituais/inspiracionais e cenográficas para o movimento Repense e a pousada Zé Maria, em Fernando de Noronha, sob coordenação da Router Beta, São Paulo, Brasil.
2009      Natal da Transformação – Design, cenografia e transformação social para o natal da cidade de Canoas, Rio Grande Sul, Brasil.
Cenografia de Show – para Teresa Cristina/EMI, Rio de Janeiro, Brasil.
Interseções Articuláveis – adaptação para uso cenográfico na peça Romance Vol. II . para Super Amigos Produções, São Paulo, Brasil.
Série Limitada de Leques para Stella Artois/Amberv, São Paulo, Brasil.
2008      Manuscritos UMA – concessão de direitos dos manuscritos para uso nas peças da coleção da marca UMA/Raquel Davidowicz, com desfile no São Paulo Fashion Week, São Paulo, Brasil.
2007      Ação Raízes de Melissa – concepção de ação e ambientação espacial de stand para a Grendene, no São Paulo Fashion Week, nos quais clientes da marca Melissa eram estimuladas a doar sandálias antigas para virarem uma escultura, promovendo o conceito de consumo sustentável, São Paulo, Brasil.
Interseções Articuláveis – móbiles cenográficos para stand da Solvay na feira Brasil Plast, São Paulo, Brasil.
2005      Mostra, brindes e oficina – para stand da TI M no São Paulo Fashion Week, São Paulo, Brasil.
2003      Vitrines – para Papel Kraft, Rio de Janeiro, Brasil.
Direção de Arte de Cena – para o filme Tamboro, de Sergio Bernardes.
2002      Co-Fundação da ONG Ser Cidadão – organização não governamental cujo objetivo é desenvolver cidadãos autônomos e solidários, por meio de ações educativas, Rio de Janeiro, Brasil.
Assistência de direção – para o filme Tamboro, de Sergio Bernardes.
2001      Design de acessórios – para R. Sobral, Rio de Janeiro, Brasil (1999-2001).
1994      Coleção de acessórios – para a personagem de Letícia Spiller na novela 4×4 da Rede Globo, Rio de Janeiro, Brasil.
Coleção de acessórios – para marcas Cantão e Wöllner, Rio de janeiro, Brasil.
Cursos, oficinas e palestras

2012      Painel de Discussão – Crio (Fórum Internacional de Criatividade) Tema: Criatividade e Inovação Social. Rio de Janeiro, Rj.
palestra no II SEMINÁRIO INTERNACIONAL: RECONFIGURAÇÕES DO PÚBLICO: ARTE, PEDAGOGIA E PARTICIPAÇÃO com o tema: Formas e contextos alternativos.
Parto das Palavras com Rute Casoy -troca poética de mãe e filha- no Pavilhão Humanidades na Rio+20.
Oficina de Preciosidades em Trindade (Paraty Eco Fashion). Paraty, Rj.
Parto das Palavras com Rute Casoy -troca poética de mãe e filha- no Salão de idéias, da Feira do Livro de Ribeirão Preto.
Curso História de Vida Através do Objeto, História do Objeto Através da Vida, Módulos 1 e 2 no Sesc Casa da Gávea, Rio de janeiro, Brasil.
Oficina Livre com Materiais Cotidianos – Kitchen & Bath, São Paulo, Brasil.
Oficina Livre com Materiais Cotidianos – Fórum Social Temático, Canoas, Porto Alegre.
2012      Oficina com materiais reciclados – no Fórum Social Mundial.
2011      Palestra – no Seminário Internacional Pensadores e Criadores Discutem o Fazer do Homem e suas Transformações, do Museu Vale, Espírito Santo, Brasil.
Palestra – sobre processo criativo autoral na Escola São Paulo, Brasil.
Palestra – sobre processo criativo autoral na M-EIA (Instituto Universitário de Arte, Tecnologia e Cultura), Cabo Verde, África.
Palestra – sobre processo criativo autoral na colônia de férias do Complexo do Alemão, Rio de Janeiro, Brasil.
Palestra – sobre processo criativo autoral na feira do livro de Ribeirão Preto, Brasil.
2010      Oficina de Criatividade – na Walden School, Los Angeles, Estados Unidos.
Oficina História de Vida Através do Objeto, História do Objeto Através da Vida – na Unisinos, São Leopoldo, Brasil.
Palestra – sobre processo criativo autoral no Shopping Moinho de Vento, Porto Alegre, Brasil.
2009      Oficina História de Vida Através do Objeto, História do Objeto Através da Vida – para grupo de artesões da Rede Asta, Rio de Janeiro, Brasil.
Palestra-oficina – sobre processo criativo autoral no 6ª evento ZigZag de Arte e Moda, São Paulo, Brasil.
2008      Curso História de Vida Através do Objeto, História do Objeto Através da Vida – para a ONG Ser Cidadão com formatura e desfile das peças criadas na loja Parceria Carioca, Rio de Janeiro, Brasil.
2007      Oficina História de Vida Através do Objeto, História do Objeto Através da Vida – na Unisinos, São Leopoldo, Brasil.
2006      Oficina História de Vida Através da Arte, História da Arte Através da Vida – para a ONG Ata Cidadania, Belo Horizonte, Brasil.
Oficina História de Vida Através do Objeto, História do Objeto Através da Vida – para a ONG Ser Cidadão, Rio de Janeiro, Brasil.
2005      Oficina História de Vida Através do Objeto, História do Objeto Através da Vida – para artesãos especializados em sementes no SEBRAE de Rio Branco, Acre, Brasil.
Oficina História de Vida Através do Objeto, História do Objeto Através da Vida – no Instituto Europeu de Design em São Paulo, São Paulo, Brasil.
2003      Oficina de Joias com Material Reciclável – para a ON G. Projeto Estruturar, Lixão de Itaguaí, Niterói, Brasil.
1996      Curso de arte em bijuteria D+ da Conta – projeto social do Museu da República, Rio de Janeiro, Brasil (1996-2004)

Música, moda e corrida no encerramento do Maceió Rosa

Maceió somou o rosa às matizes tropicais que ilustram a primavera neste mês de outubro. Tudo em nome do movimento Outubro Rosa, que durante todo o mês contou com iniciativas diversas de combate ao câncer de mama. Para encerrar os trabalhos a Prefeitura de Maceió, por meio da Fundação Municipal de Ação Cultural (FMAC), preparou um final de semana com ações de cultura, moda e esportes que abrilhantarão o encerramento da campanha.
Na quinta-feira (30), são os esportistas de plantão que espalharão o rosa pelas ruas das orlas de Ponta Verde e Pajuçara, na Corrida de Rua Maceió Rosa. Na sexta-feira (31), o final de semana fica mais fashion e solidário com o Bazar Maceió Rosa Chic, que acontecerá até sábado, no horário das 17h às 22h, na Praça de Multieventos na Pajuçara.
Roupas, acessórios, sapatos e outros itens foram doados durante todo o mês para realização do bazar. Toda a renda do Maceió Rosa Chic será doada para as instituições participantes do Outubro Rosa – Rede Feminina de Combate ao Câncer e Grupo Renascer.
Wilma Araújo cantará grandes sucessos do rei Roberto Carlos. Foto: Divulgação

Wilma Araújo cantará grandes
sucessos do rei Roberto Carlos. Foto: Divulgação
Shows musicais
E pra festa ficar ainda melhor, dois grandes shows marcarão o encerramento da campanha na orla da Pajuçara, a partir das 20h. Sexta-feira, Wilma Araújo canta Roberto Carlos e promete animar e emocionar o público. O repertório da cantora traz 18 músicas. Entre elas, alguns dos maiores sucessos do rei como ‘É preciso saber viver’ e ‘Como é grande o meu amor por você’.
Para a intérprete, ações de conscientização e incentivo às mulheres para prevenção e combate ao câncer de mama são muito importantes. “É uma honra estar nessa campanha e ajudar a chamar a atenção de todos para esse tema. A festa vai ser linda”, anuncia.
No sábado, dia 01 de novembro, são as dezenas de vozes do Coretfal que encantarão a plateia na Praça de Multieventos, na Pajuçara. O coro apresentará o espetáculo ‘Cantando o Brasil’, que reúne 14 canções brasileiras e contempla também a cultura nordestina e a música alagoana, representadas no repertório com canções como Banzo, de Hekel Tavares e Murillo Araujo, Taieiras, música de domínio público e muito mais.
“O espetáculo é um show de brasilidade imperdível. O maceioense, assim como todos os visitantes que por aqui estiverem neste sábado certamente vão se re-apaixonar pela música e pela cultura brasileira”, afirma a maestrina do Coretfal, Fátima Menezes.
‘Cantando o Brasil’ foi o espetáculo que recentemente representou a cultura de Maceió no Festival Lucchesi nel Mondo (em português Luqueses no Mundo), em Lucca, na Itália.
Clarissa Veiga e Cintia Calheiros (estagiária)/ Ascom FMAC